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GISELA JOÃO

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GISELA JOÃO

 

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Details:

1. Madrugada sem Sono
2. Vieste do Fim do Mundo
3. Meu Amigo Está Longe
4. Bailarico Saloio
5. Voltaste
6. Sei Finalmente
7. Canto de Rua
8. Primavera Triste
9. (A Casa da ) Mariquinhas
10. Sou Tua
11. Malhões e Vira
12. Maldição
13. Não Venhas Tarde
14. Antigamente

Detalhes

Melhor Disco de Música Portuguesa em 2014 Revista Blitz | Jornal Expresso | Jornal Publico | Cotonete | Time Out | Prémio José Afonso | Globos de Ouro 2014 (Melhor Intérprete) O ano em que se estreou com um disco que depois de ter sido entusiasticamente recebido pela crítica, especializada e não só, foi considerado o melhor álbum nacional do ano por publicações de referência como a Blitz, o Expresso, o Público, a Time Out, o site musical Cotonete e mesmo os Globos de Ouro tendo atingido vendas que já lhe valeram um Disco de Ouro. Hoje, em 2014, depois de ter começado o ano a esgotar a Casa da Música e o Centro Cultural de Belém, já ninguém duvida que este primeiro disco de Gisela João revela uma fadista de excepção e que é um marco na História do Fado contemporâneo. Nascida em Barcelos, Gisela viveu seis anos no Porto para, finalmente, o canto impor a sua vontade e a levar para Lisboa. Numa pequena casa “emprestada” na Mouraria debateu-se com o peso imenso da solidão, pensou várias vezes em desistir, mas resistiu. Conquistou primeiro meia Lisboa e depois Lisboa inteira, das Casas de Fado à mítica discoteca Lux e do Pequeno Auditório do Centro Cultural de Belém ao Teatro São Luiz. Faltava gravar um disco, esse grande desafio. Encontrou em Frederico Pereira o cúmplice ideal e iniciaram as gravações. O disco saiu a 01 de Julho de 2013, duas semanas depois alcançou o primeiro lugar no Top de vendas nacional e foi considerado pela grande maioria dos críticos nacionais o mais importante disco de estreia de um artista português no século XXI, valendo-lhe o prémio revelação Amália, com quem o seu talento já foi comparado várias vezes. “(…) o disco de estreia de Gisela João é um dos mais importantes marcos da história do fado deste século. (…) Pode estar aqui um fado novo? Ai pode, pode.” Miguel Cadete In Expresso “Gisela João concilia o mais autêntico e genuíno espírito do fado com a contemporaneidade de uma música urbana que continua a reinventar-se” Pedro Dias de Almeida In Visão “Gisela João tem impregnada na voz uma forte matriz fadista, daquelas que surgem sem avisar, das que não se aprendem nem se ensinam mas estão lá, no sítio onde um fogo as acende nos momentos de entrega ou de génio.” Nuno Pacheco In Ípsilon “Claramente este é o melhor disco de estreia da geração mais recente dos que cantam fado e arrisco dizer que esta é a única grande fadista a aparecer nos últimos anos, em que tantos imitadores têm feito carreira.” Manuel Falcão In Jornal de Negócios “Desde Amália – e as palavras estão a ser bem medidas – que nenhum fadista exibia a amplitude emocional que Gisela João dá provas de possuir neste seu impressionante disco de estreia.” João Miguel Tavares In Time Out “Nada em Gisela João faz lembrar uma fadista, nada parece ligá-la a uma tradição. Excepto a voz. E é a voz que a torna uma fadista maior.” João Bonifácio In Público “(…) o disco de estreia de Gisela João é um dos mais importantes marcos da história do fado deste século. (…) Pode estar aqui um fado novo? Ai pode, pode.” Miguel Cadete In Expresso “Gisela João concilia o mais autêntico e genuíno espírito do fado com a contemporaneidade de uma música urbana que continua a reinventar-se” Pedro Dias de Almeida In Visão “Gisela João tem impregnada na voz uma forte matriz fadista, daquelas que surgem sem avisar, das que não se aprendem nem se ensinam mas estão lá, no sítio onde um fogo as acende nos momentos de entrega ou de génio.” Nuno Pacheco In Ípsilon “Claramente este é o melhor disco de estreia da geração mais recente dos que cantam fado e arrisco dizer que esta é a única grande fadista a aparecer nos últimos anos, em que tantos imitadores têm feito carreira.” Manuel Falcão In Jornal de Negócios “Desde Amália – e as palavras estão a ser bem medidas – que nenhum fadista exibia a amplitude emocional que Gisela João dá provas de possuir neste seu impressionante disco de estreia.” João Miguel Tavares In Time Out “Nada em Gisela João faz lembrar uma fadista, nada parece ligá-la a uma tradição. Excepto a voz. E é a voz que a torna uma fadista maior.” João Bonifácio In Público “Amália Rodrigues foi a grande fadista do século XX. (…) Sei e sinto, com a mesma força, que Gisela João é a grande fadista do século XXI. (…) É essa a dimensão de que estamos a falar. (…) Aconteceu um milagre: ouça.” Miguel Esteves Cardoso In Público “A vida num lamento, mas também na sua infinita alegria. Gisela João não é só uma voz poderosa, canta inteira, sem defesas. O fado arrebatou-a ainda criança, como uma fatalidade do destino.” Alda Rocha In Up Magazine “Anjo Branco na Casa da Música – Gisela João: Pequena no Porte, Gigante na Voz” João Arezes In Global News “Repetiu, nos palcos, o caminho que a levou ao fado: de norte para sul, do Porto para Lisboa, da Casa da Música para o CCB. E se trazia nervos venceu-os, porque no final da segunda noite, com o grande auditório do CCB esgotado, Gisela João saiu em triunfo. Mas desenganem-se os que pensam que ela veio tomar o lugar de alguém. Gisela João veio apenas ajudar a engrandecer uma geração onde já brilham muitos e bons fadistas. Apesar da luz que irradia, não deixará outros na sombra. É que se havia um lugar para ela, estava vago. Porque não há mais ninguém assim.” Nuno Pacheco In Público “Faz-me pensar nas voltas que o mundo dá. Aquela teoria de que a História se repete. Inconscientemente ou não, dou por mim a pensar nas grandes fadistas da geração dos anos sessenta e de como é que seria se ela tivesse nascido nessa altura e tivesse vivido esses tempos da canção de Lisboa. Por outro lado, dou comigo a olhar para os meus discos de vinil e dá-me uma vontade estranha de ir ouvir os primeiros registos das grandes cantoras internacionais. Como é que seriam algumas delas se cantassem o Fado? O primeiro disco da carreira de um artista é provavelmente um dos mais importantes. Ainda bem que este foi tratado com esse respeito, e com a coragem de tomar como referência este universo. Trazê-lo para o presente, a pensar no futuro, para que com isso se possa construir o início de uma grande carreira.” Camané In Gisela João (2013) “Habituei-me a considerar o Fado um território perigoso. Por um lado, é de Fado aquele que é, na minha opinião, o melhor disco alguma vez editado pela Valentim de Carvalho: o álbum Com Que Voz de Amália Rodrigues; por outro, é onde mais equívocos existem, porque o Fado é hoje o tipo de música que mais garantia de mercado oferece aos artistas portugueses, o que fez com que muitos sejam os que o abraçaram por razões meramente comerciais. Além disso, ou talvez por isso, é um facto que o Fado não conhece qualquer convolução criativa relevante desde os tempos em que se calaram a Amália, o Alain Oulman e o cúmplice e editor de ambos, o Rui Valentim de Carvalho e a verdade é que, colocado perante o cânone que nos legaram, não tive motivação, ou coragem, para me envolver na gravação de qualquer disco do género e tenho olhado com enorme desconfiança, quando não desgosto, para quase tudo o que foi editado desde então. No entanto, de há uns anos para cá, tenho vindo a alimentar a ideia que, mais cedo ou mais tarde, o Fado vai voltar a ser abanado por uma energia vital que o vai recuperar para uma geração que hoje o olha como música para vender a turistas, apenas e (quase) só um fenómeno comercial com que deixou de se identificar. Para mim esse momento chegou no Outono passado, quando surgiu a hipótese de vir a trabalhar com a Gisela João e com o produtor Frederico Pereira. Tenho que agradecer esta oportunidade ao Helder Moutinho, que acreditou muito cedo que a Gisela João não era apenas mais uma… Posso dizer que esperei 30 anos para editar este disco. E valeu a pena a espera.” Francisco Vasconcelos – Valentim de Carvalho Edições In Gisela João (2013)

Informação Adicional

Artista: GISELA JOÃO
Intérprete: GISELA JOÃO
Descrição: Melhor Disco de Música Portuguesa em 2014 Revista Blitz | Jornal Expresso | Jornal Publico | Cotonete | Time Out | Prémio José Afonso | Globos de Ouro 2014 (Melhor Intérprete) O ano em que se estreou com um disco que depois de ter sido entusiasticamente recebido pela crítica, especializada e não só, foi considerado o melhor álbum nacional do ano por publicações de referência como a Blitz, o Expresso, o Público, a Time Out, o site musical Cotonete e mesmo os Globos de Ouro tendo atingido vendas que já lhe valeram um Disco de Ouro. Hoje, em 2014, depois de ter começado o ano a esgotar a Casa da Música e o Centro Cultural de Belém, já ninguém duvida que este primeiro disco de Gisela João revela uma fadista de excepção e que é um marco na História do Fado contemporâneo. Nascida em Barcelos, Gisela viveu seis anos no Porto para, finalmente, o canto impor a sua vontade e a levar para Lisboa. Numa pequena casa “emprestada” na Mouraria debateu-se com o peso imenso da solidão, pensou várias vezes em desistir, mas resistiu. Conquistou primeiro meia Lisboa e depois Lisboa inteira, das Casas de Fado à mítica discoteca Lux e do Pequeno Auditório do Centro Cultural de Belém ao Teatro São Luiz. Faltava gravar um disco, esse grande desafio. Encontrou em Frederico Pereira o cúmplice ideal e iniciaram as gravações. O disco saiu a 01 de Julho de 2013, duas semanas depois alcançou o primeiro lugar no Top de vendas nacional e foi considerado pela grande maioria dos críticos nacionais o mais importante disco de estreia de um artista português no século XXI, valendo-lhe o prémio revelação Amália, com quem o seu talento já foi comparado várias vezes. “(…) o disco de estreia de Gisela João é um dos mais importantes marcos da história do fado deste século. (…) Pode estar aqui um fado novo? Ai pode, pode.” Miguel Cadete In Expresso “Gisela João concilia o mais autêntico e genuíno espírito do fado com a contemporaneidade de uma música urbana que continua a reinventar-se” Pedro Dias de Almeida In Visão “Gisela João tem impregnada na voz uma forte matriz fadista, daquelas que surgem sem avisar, das que não se aprendem nem se ensinam mas estão lá, no sítio onde um fogo as acende nos momentos de entrega ou de génio.” Nuno Pacheco In Ípsilon “Claramente este é o melhor disco de estreia da geração mais recente dos que cantam fado e arrisco dizer que esta é a única grande fadista a aparecer nos últimos anos, em que tantos imitadores têm feito carreira.” Manuel Falcão In Jornal de Negócios “Desde Amália – e as palavras estão a ser bem medidas – que nenhum fadista exibia a amplitude emocional que Gisela João dá provas de possuir neste seu impressionante disco de estreia.” João Miguel Tavares In Time Out “Nada em Gisela João faz lembrar uma fadista, nada parece ligá-la a uma tradição. Excepto a voz. E é a voz que a torna uma fadista maior.” João Bonifácio In Público “(…) o disco de estreia de Gisela João é um dos mais importantes marcos da história do fado deste século. (…) Pode estar aqui um fado novo? Ai pode, pode.” Miguel Cadete In Expresso “Gisela João concilia o mais autêntico e genuíno espírito do fado com a contemporaneidade de uma música urbana que continua a reinventar-se” Pedro Dias de Almeida In Visão “Gisela João tem impregnada na voz uma forte matriz fadista, daquelas que surgem sem avisar, das que não se aprendem nem se ensinam mas estão lá, no sítio onde um fogo as acende nos momentos de entrega ou de génio.” Nuno Pacheco In Ípsilon “Claramente este é o melhor disco de estreia da geração mais recente dos que cantam fado e arrisco dizer que esta é a única grande fadista a aparecer nos últimos anos, em que tantos imitadores têm feito carreira.” Manuel Falcão In Jornal de Negócios “Desde Amália – e as palavras estão a ser bem medidas – que nenhum fadista exibia a amplitude emocional que Gisela João dá provas de possuir neste seu impressionante disco de estreia.” João Miguel Tavares In Time Out “Nada em Gisela João faz lembrar uma fadista, nada parece ligá-la a uma tradição. Excepto a voz. E é a voz que a torna uma fadista maior.” João Bonifácio In Público “Amália Rodrigues foi a grande fadista do século XX. (…) Sei e sinto, com a mesma força, que Gisela João é a grande fadista do século XXI. (…) É essa a dimensão de que estamos a falar. (…) Aconteceu um milagre: ouça.” Miguel Esteves Cardoso In Público “A vida num lamento, mas também na sua infinita alegria. Gisela João não é só uma voz poderosa, canta inteira, sem defesas. O fado arrebatou-a ainda criança, como uma fatalidade do destino.” Alda Rocha In Up Magazine “Anjo Branco na Casa da Música – Gisela João: Pequena no Porte, Gigante na Voz” João Arezes In Global News “Repetiu, nos palcos, o caminho que a levou ao fado: de norte para sul, do Porto para Lisboa, da Casa da Música para o CCB. E se trazia nervos venceu-os, porque no final da segunda noite, com o grande auditório do CCB esgotado, Gisela João saiu em triunfo. Mas desenganem-se os que pensam que ela veio tomar o lugar de alguém. Gisela João veio apenas ajudar a engrandecer uma geração onde já brilham muitos e bons fadistas. Apesar da luz que irradia, não deixará outros na sombra. É que se havia um lugar para ela, estava vago. Porque não há mais ninguém assim.” Nuno Pacheco In Público “Faz-me pensar nas voltas que o mundo dá. Aquela teoria de que a História se repete. Inconscientemente ou não, dou por mim a pensar nas grandes fadistas da geração dos anos sessenta e de como é que seria se ela tivesse nascido nessa altura e tivesse vivido esses tempos da canção de Lisboa. Por outro lado, dou comigo a olhar para os meus discos de vinil e dá-me uma vontade estranha de ir ouvir os primeiros registos das grandes cantoras internacionais. Como é que seriam algumas delas se cantassem o Fado? O primeiro disco da carreira de um artista é provavelmente um dos mais importantes. Ainda bem que este foi tratado com esse respeito, e com a coragem de tomar como referência este universo. Trazê-lo para o presente, a pensar no futuro, para que com isso se possa construir o início de uma grande carreira.” Camané In Gisela João (2013) “Habituei-me a considerar o Fado um território perigoso. Por um lado, é de Fado aquele que é, na minha opinião, o melhor disco alguma vez editado pela Valentim de Carvalho: o álbum Com Que Voz de Amália Rodrigues; por outro, é onde mais equívocos existem, porque o Fado é hoje o tipo de música que mais garantia de mercado oferece aos artistas portugueses, o que fez com que muitos sejam os que o abraçaram por razões meramente comerciais. Além disso, ou talvez por isso, é um facto que o Fado não conhece qualquer convolução criativa relevante desde os tempos em que se calaram a Amália, o Alain Oulman e o cúmplice e editor de ambos, o Rui Valentim de Carvalho e a verdade é que, colocado perante o cânone que nos legaram, não tive motivação, ou coragem, para me envolver na gravação de qualquer disco do género e tenho olhado com enorme desconfiança, quando não desgosto, para quase tudo o que foi editado desde então. No entanto, de há uns anos para cá, tenho vindo a alimentar a ideia que, mais cedo ou mais tarde, o Fado vai voltar a ser abanado por uma energia vital que o vai recuperar para uma geração que hoje o olha como música para vender a turistas, apenas e (quase) só um fenómeno comercial com que deixou de se identificar. Para mim esse momento chegou no Outono passado, quando surgiu a hipótese de vir a trabalhar com a Gisela João e com o produtor Frederico Pereira. Tenho que agradecer esta oportunidade ao Helder Moutinho, que acreditou muito cedo que a Gisela João não era apenas mais uma… Posso dizer que esperei 30 anos para editar este disco. E valeu a pena a espera.” Francisco Vasconcelos – Valentim de Carvalho Edições In Gisela João (2013)
Ref 0301-2
Formato: CD
EAN 5605231030120
Editora: EDIÇÕES VALENTIM DE CARVALHO

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